Nos últimos anos o diagnóstico do câncer de pele vem aumentando em todo o mundo, assim como pesquisas e tratamentos modernos e avançados.
Carcinoma basocelular é a forma de câncer mais comum do ser Humano. Na maioria dos casos acredita-se estar relacionado à exposição aos raios ultravioleta. O carcinoma basocelular tem se tornado mais comum talvez devido à exposição em atividades externas e a diminuição da camada de ozônio, que impede a penetração dos raios ultravioleta na terra.
Carcinoma basocelular é a forma de câncer mais comum do ser Humano. Na maioria dos casos acredita-se estar relacionado à exposição aos raios ultravioleta. O carcinoma basocelular tem se tornado mais comum talvez devido à exposição em atividades externas e a diminuição da camada de ozônio, que impede a penetração dos raios ultravioleta na terra.
Com o que o carcinoma basocelular se parece?
O carcinoma basocelular geralmente aparece em áreas fotoexpostas como face, couro cabeludo, orelha, mãos, dorso e pernas. A aparência mais comum do carcinoma basocelular (CBC) como uma ferida brilhante na pele que tenta cicatrizar mais recorre repetidamente. Existem várias formas de CBC apenas após a biópsia poder ser identificado.
Quais as consequências do carcinoma basocelular?
Geralmente o carcinoma basocelular não se metastatisa, isto é, não se espalha no organismo, entretanto não regride espontaneamente. É um câncer indolente que cresce localmente, sangra e destrói os tecidos adjacentes se não tratados. Se o câncer de pele cresce em regiões próximas a olhos, orelhas e nariz ou próximo de nervos, sérios problemas podem ocorrer, e neste caso deve ser tratado rapidamente.
Tratamento
Excisão cirúrgica simples: remoção do câncer através da retirada cirúrgica, aplicando técnicas cirúrgicas oncológicas e cosméticasExame anatomo-patológico após o procedimento no microscópio por um médico patologista, para avaliar se todo o câncer foi tirado.
Curetagem e eletrodissecação: remoção por curetagem da lesão até a sua base e cauterização com uma agulha elétrica.
Criocirurgia: remoção do tumor por congelamento através do uso do nitrogênio líquido.
Radioterapia e laser cirurgia: remoção por destruição do tecido neoplásico.
Terapia tópica: medicações tais como imiquimode e 5-fluoracil aplicadas na lesão usada especialmente para tratar carcinomas basocelulares.
Terapia fotodinâmica
Cirurgia micrográfica de Mohs: realizada por dermatologista com treinamento específico em Mohs especialmente treinado, esse método é muito útil para certas situações. O câncer cutâneo é removido sob anestesia local no consultório e os fragmentos são colocados no microscópico para exame durante o procedimento. Camadas de pele adicionais são retiradas até que o câncer esteja completamente retirado. A vantagem dessa técnica é que uma pequena quantidade de pele é retirada e cuidadosamente estudada. Esse método tem uma alta taxa de cura, mas não é indicada para todos os tipos de câncer. Tumores recorrentes devido a tumores incompletamente removidos, tumores grandes e tumores em áreas cosmeticamente importantes como área dos olhos, nariz e orelhas podem ser beneficiados pela técnica de Mohs. Após o câncer ter sido removido usando esse método, a pele pode cicatrizar naturalmente ou ser reconstruída por cirurgia reconstrutora através de um retalho cutâneo ou enxerto.
Curetagem e eletrodissecação: remoção por curetagem da lesão até a sua base e cauterização com uma agulha elétrica.
Criocirurgia: remoção do tumor por congelamento através do uso do nitrogênio líquido.
Radioterapia e laser cirurgia: remoção por destruição do tecido neoplásico.
Terapia tópica: medicações tais como imiquimode e 5-fluoracil aplicadas na lesão usada especialmente para tratar carcinomas basocelulares.
Terapia fotodinâmica
Cirurgia micrográfica de Mohs: realizada por dermatologista com treinamento específico em Mohs especialmente treinado, esse método é muito útil para certas situações. O câncer cutâneo é removido sob anestesia local no consultório e os fragmentos são colocados no microscópico para exame durante o procedimento. Camadas de pele adicionais são retiradas até que o câncer esteja completamente retirado. A vantagem dessa técnica é que uma pequena quantidade de pele é retirada e cuidadosamente estudada. Esse método tem uma alta taxa de cura, mas não é indicada para todos os tipos de câncer. Tumores recorrentes devido a tumores incompletamente removidos, tumores grandes e tumores em áreas cosmeticamente importantes como área dos olhos, nariz e orelhas podem ser beneficiados pela técnica de Mohs. Após o câncer ter sido removido usando esse método, a pele pode cicatrizar naturalmente ou ser reconstruída por cirurgia reconstrutora através de um retalho cutâneo ou enxerto.
Prevenção
Devido ao carcinoma basocelular ser frequentemente causado pela radiação solar, proteção solar adequada deve ser feita. Proteção solar em crianças é muito importante.
Mantenha-se na sombra nos horários entre 10 e 16 horas Use roupas coloridas para diminuir a absorção do sol, use calças e camisetas. Abuse do protetor solar de amplo espectro que protege tanto dos raios UVA quanto UVB, com FPS maior ou igual a 15. Reaplique a cada duas horas.
Mantenha-se na sombra nos horários entre 10 e 16 horas Use roupas coloridas para diminuir a absorção do sol, use calças e camisetas. Abuse do protetor solar de amplo espectro que protege tanto dos raios UVA quanto UVB, com FPS maior ou igual a 15. Reaplique a cada duas horas.
Carcinoma Espinocelular
É o segundo tipo de câncer mais comum no Homem. Mais de 250 mil casos de carcinoma espinocelular são diagnosticados todo ano nos EUA. Pessoas de meia idade ou mais, especialmente com pele, cabelos e olhos claros e com exposição solar frequente são mais acometidas.
Alguns carcinomas espinocelulares originam-se de uma pequena lesão avermelhada, chamada ceratose actínica. É possível que o carcinoma espinocelular se espalhe para outras áreas do corpo, por isso seu tratamento precoce é importante.
Alguns carcinomas espinocelulares originam-se de uma pequena lesão avermelhada, chamada ceratose actínica. É possível que o carcinoma espinocelular se espalhe para outras áreas do corpo, por isso seu tratamento precoce é importante.
Com o que o carcinoma espinocelular se parece e onde aparece?
O carcinoma espinocelular geralmente aparece como uma lesão crostosa ou descamativa na pele com uma base vermelha inflamada, um tumor que cresce ou uma lesão que não cicatriza. Ocorre geralmente nas áreas expostas como face, pescoço, braços, couro cabeludo, dorso, mãos e orelhas. O câncer também pode ocorrer na boca, lábios, genitálias ou qualquer outra parte do corpo. Qualquer lesão especialmente àquela que não cicatriza, cresce, sangra ou muda de aparência deve ser avaliada pelo dermatologista.
Quais os fatores que levam ao carcinoma espinocelular?
Exposição à luz ultravioleta do sol ou de aparelhos para bronzeamento artificial, aumenta em muito o risco de desenvolver o câncer de pele. Embora qualquer pessoa possa desenvolver o carcinoma espinocelular, pessoas com pele clara que se queimam facilmente possuem um risco maior. As chances de desenvolver câncer de pele aumentam com a idade e com história de queimaduras solares em crianças. Outras alterações cutâneas com menos frequência em indivíduos que sofreram transplante de órgãos, úlceras de pele crônicas, tratamentos com raios X (acne, micoses e epilação tratadas na década de 50), ingestão de arsênico, fumo, exposição tóxica a alcatrão e óleos podem desencadear carcinoma espinocelular.
É grave o carcinoma espinocelular?
Estes tumores de pele são geralmente destrutivos localmente. Se não tratado, o carcinoma espinocelular pode ser mais agressivo, resultando na perda de um nariz ou orelha, por exemplo. Tipos agressivos de carcinoma espinocelulares, principalmente aqueles nos lábios e orelhas, ou tumores mal tratados podem gerar metástases, isto é, espalhar para linfonodos ou outros órgãos o que resulta em aproximadamente 2500 mortes por ano nos EUA.
Como os dermatologistas podem tratar os carcinomas espinocelulares?
Através da biópsia de pele, um fragmento pequeno do tumor é retirado e é submetido ao exame microscópico para confirmar o diagnóstico. Uma variedade de opções terapêuticas pode ser realizada dependendo da localização do tumor, tamanho, características microscópicas, estado de saúde do paciente, entre outros fatores. Os pacientes geralmente são atendidos e operados no próprio consultório utilizando apenas anestesia local. A retirada cirúrgica é o tratamento mais comum. Cirurgia micrografica de Mohs é um tratamento que requer treinamento especializado por um cirurgião dermatológico e pode ser usado para remover o tumor quando se espalha muito ou estão localizados em áreas nobres como nariz e orelha. Outras cirurgias dermatológicas como cirurgia a laser, criocirurgia, radioterapia, eletrodissecação com curetagem, terapia fotodinâmica podem ser métodos terapêuticos alternativos para tratar o tumor.
Como o carcinoma espinocelular pode ser prevenido?
Evitar luz ultravioleta do sol e câmaras de bronzeamento artificial em qualquer idade é a primeira maneira de preveni-lo. Procure sombras se estiver exposto nas horas em que os raios UV estão mais fortes, lembrando que a intensidade maior dos raios do sol é entre às 10 horas da manhã e 4 horas da tarde. Chapéu de abas largas e óculos escuros devem ser usados, além de outras roupas protetoras. Protetores solares de amplo espectro com proteção contra raios UVA e UVB, com FPS maior ou igual a 15 devem ser aplicado generosamente a cada 2 horas quando expostos ao sol.
A escolha do cirurgião plástico é uma decisão muito importante, por isto, você deve sempre escolher um cirurgião plástico especializado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
As informações contidas aqui são orientações gerais sobre os procedimentos descritos. A análise de cada paciente determinara as melhores condições para realização cada cirurgia. Particularidades expostas podem variar individualmente. O folheto tem propósito educativo e de esclarecimento exclusivo para pacientes que agendaram consulta e solicitaram informações similares e não deverá ser copiado, divulgado ouusado de outra forma. As fotos são meramente ilustrativas.
As informações contidas aqui são orientações gerais sobre os procedimentos descritos. A análise de cada paciente determinara as melhores condições para realização cada cirurgia. Particularidades expostas podem variar individualmente. O folheto tem propósito educativo e de esclarecimento exclusivo para pacientes que agendaram consulta e solicitaram informações similares e não deverá ser copiado, divulgado ouusado de outra forma. As fotos são meramente ilustrativas.